25.11.10
20.11.10
Bússula
De repente, estamos numa terra desconhecida.
Não se conhecem as ruas, nem as caras das pessoas, os nossos pés
baralham-se nos passos a dar, na direcção e no rumo.
Mas acabam por surgir sempre estrelas polares!
E houve uma que me levou directamente ao pólo norte. Um abrigo e aconchego de doces
e pão saloio, que, sem dúvida, ajudam a orientar os forasteiros!
(Parabéns pelas tartes de leite creme, simplesmente divinais!)
15.11.10
Um convento cheio de memórias
Longos corredores, salas e saletas, quartos de camaristas, um trono em pau santo, a coroa de exéquias... quem não gostaria de experimentar reinar por um dia? Ok, os tectos são demasiado altos, as "casas de banho" não são convidativas, as janelas abanam com os ventos do oeste, os "aquecedores de cama" não parecem ter assim tantos Watts...
A biblioteca (fotografia nº 4) exerce um magnetismo especial, com aquele cheiro a livros (sufocante para alguns, delicioso para outros), volumes imensos com lombadas impossíveis de descodificar e uns recantos de leitura junto às janelas. Pena o público não poder circular por todo este espaço, o acesso está restringido à entrada. Mas conta-se que de vez em quando abre, para conferências sobre José Saramago Fico à espera de uma para breve, pf!
9.11.10
25.10.10
Viagens de comboio
De vez em quando a nossa atenção volta aos Caminhos-de-ferro.
Talvez seja por termos, na nossa vila, uma ponte (ex libris de Vouzela) sem comboio e uma automotora para sempre parada a meio da viagem...
Andar de comboio passa a ser um acontecimento especial, cheio de barulhos próprios, cheiros metálicos, aquele balanço-dança que apela à divagação ou à sesta, filmes de árvores-prados-ruínas-quintais-casas a passar continuamente na janela.
Este fim-de-semana foi feito de viagens em transportes públicos e, em particular, em comboios. E não posso deixar de contar como os funcionários dos Caminhos-de-ferro que encontrei foram prestáveis e simpáticos. Um deles, na estação de Santa Apolónia, onde fui parar por engano, poupou-me a despesas extra e reencaminhou-me prontamente para outro comboio, de modo a apanhar a ligação correcta (ok, vê-se que sou inexperiente nisto!). O outro funcionário, revisor do comboio regional entre Torres Vedras e Coimbra, lembrou todos os passageiros, um por um, do facto de terem que mudar de comboio, ao chegar à (estação) Bifurcação de Lares.
Obrigada por tornarem as viagens mais fáceis! Não há máquinas que substituam a simpatia!
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